Pink About It

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19 de junho de 2012

Tête-à-tête com Tilly Macalister-Smith, editora de moda da Vogue UK, no QG Fhits – entrevista

Ontem o QG Fhits recebeu mais uma visita super ilustre: Tilly Macalister-Smith, editora de moda da Vogue Uk.

Ao lado de Bárbara Leão de Moura, editora de moda da Vogue Brasil, o papo foi animado e as semelhanças e afinidades entre Vogue Brasil e Vogue Uk ficaram muito claras neste encontro, o que pretendo mostrar para vocês no vídeo que fizemos (e que bom pra nós, né?).

Então ao final da mesa redonda, encontrei a Tilly de bobeira no QG, esperando para fazer as unhas. Pensei em tantas coisas que a gente poderia queria saber dela e resolvi arriscar. Entre uma pincelada de esmalte e outra, fiz uma pequena entrevista que poderia não ter acabado nessa semana ou neste mês, kkkk, não fosse pela agenda busy – também pudera – da moça das modas por trás das maravilhas que vemos na Vogue Inglesa.

Confere aqui ela toda linda e nosso papinho na manicure, kkk:

Rê: Como vc define seu estilo hoje?
Tilly: Bem inglês, eclético. “Nós ingleses não somos muito bom em ser chics”.

Rê: Qual o seu look preferido no momento?
Tilly: Até 1 ano atrás só usava preto e recentemente descobri as cores e o mix de estampas. Gosto de misturar coisas como 3 cores e diferentes estampas (listras, estampas gráficas, animal print).

Rê: Tem um segredinho de styling seu para recomendar para as leitoras do Pink?
Tilly: Brincar e usar muitos acessórios. (ela mesma usava algo entre 6 ou mais pulseiras diferentes, anéis e um máxicolar com pedras de cristal e outras em tons neon).

Rê: Tem um ícone de estilo?
Constanza Pascolato e Iris Apfel – quero ser como elas quando crescer. Para citar uma mais jovem: Pixel Geldof.

Rê: E nas brasileiras, há alguma característica que você ache que as mulheres daqui deveriam explorar?
Tilly: Não se tornar clichê mas aproveitar melhor os produtos brasileiros e o estilo do país e se tornarem embaixadoras das cores e estampas de uma forma moderna e obviamente e não cafona.

Rê: Quais as marcas brasileiras que você conheceu até então?
Tilly: Adriana Degreas, que aliás lhe chamou a atenção pois beachwear para ela, até então era só um bíquini. Vendo a coleçãoo de moda praia de Degreas ela ficou impressionada porque há um guarda roupa inteiro.
Isolda London, Patrícia Vieira e Silvia Furmanovich.

Rê: Já tem suas marcas brasileiras preferidas, um short list?
Tilly: Ainda tenho muito para ver, acho que terei um top five até domingo.

Rê: Tenho lido a respeito do novo minimalismo. Você acredita que esta será a próxima tendência? Que vai vingar?
Tilly: O inverno é mais sério., no entanto acredito que as cores vão permanecer mas o shape longelínio, na próxima estação vai mudar para um shape bem minimalista.

Rê: Quem são os novos e promissores designers ingleses que devemos observar?
Tilly: Simone Rocha, Sophie Hulme, Eudon Choi e JW Anderson são a “next big thing”.

Rê: E com relação as luxury brands, quais você acredita que estejam em alta neste momento?
Tilly: Dior, Gucci, Prada, Chanel, Fendi e claro, Hermès que nunca vai morrer.

E aí, copiou? (eu guardei tudinho ;)

beijos, @recallage

12 de junho de 2012

Taylor Tomasi Hill no QG Fhits

Sabe quem foi a primeira visita que tivemos no QG Fhits neste SPFW?

Taylor Tomasi Hill.

Quem sabe, e sabe também – de tanto ver aqui – o quanto amo street style, consegue imaginar quantas vezes eu morri, não? Sou muuuito fã!

Quem não conhece, pra mim será um prazer te contar. Melhor do isso, prefiro começar te mostrando algumas imagens (o que também sempre vale para quem já conhece e admira ☺)

É ou não é um case de estilo?

Taylor é presença frequente nos melhores sites de streetstyle (e no hoje queria sair assim, kkk).

Sempre bem vestida, ela abusa de misturas inusitadas, veste como ninguém uma peça diferenciada e tem uma dose admirável de ousadia. O resultado de tudo isso, na minha opinião, é um estilo arejado, super autoral e muito inspirador.

Além de celebridade da moda e fashion muse dos fotógrafos, ela é Diretora Artística do Moda Operandi, um e-commerce que oferece peças desfiladas nas melhores passarelas, porém muito antes de elas chegarem às araras das respectivas marcas.

Nesta visita ao nosso QG, tivemos a oportunidade de bater um papo com ela, onde, entre uma pergunta e outra, alguns segredinhos de styling e conceitos de moda vieram a tona e corri pra anotar, pra dividir aqui:

“It’s all about your body, feel confortable”. Essa foi a resposta quando perguntada a respeito de quais as 5 peças que toda a mulher devia ter. Ela disse ainda que não poderia sugerir 5 peças para outra pessoa pois cada um tem que descobrir aquilo que lhe cai bem. Se falasse de 5 itens, provavelmente seriam os que lhe favorecem.

“I don’t speak to trends”. Segundo Taylor seu armário é composto por peças de última coleção tanto quanto por peças que lhe acompanham (e ela usa) há anos, independentemente de tendências.

“Color of the season? This is not fashion to me”. E justifica seu empreendimento dizendo que o Moda Operandi é composto por special items, ou seja, não necessariamente tendências. Cool, hã?

Pra fechar com chave de ouro as aspas mais inspiradoras desta fashion week, ela diz que quando gosta de uma peça, usa muito, repete mesmo, como a saia que ela usava neste encontro, que conforme ela própria, repete twice a week.

 

Para ver a saia e a minha cara super feliz, tietando

Mesmo que seu estilo seja completamente diferente do dela, e, o dela não lhe agrade, tem como não admirar? Morro de amores, confesso!

beijos, @recallage
Fotos: http://taylorstyle.tumblr.com (tbmlr só com fotos dela, mas não é feito por ela)

30 de maio de 2012

We Luv tricô e croché handmade

Esse eu acho que vocês vão gostar.

Eu minha querida amiga e colega blogger Bárbara Resende, do Fashion Gazette, estivemos no programa We Luv, da Carol Bittencourt, conversando sobre as possibilidades de looks com essas tendências, tricô e crochê handmade.

 

Confere aqui:

Esse vídeo já tá melhor, né? kkkk…Acho que agora estou perdendo a vergonha e pegando a prática ;)

Gostaram?

beijos, @recallage

05 de abril de 2012

Do backstage à passarela: Eduardo Nipper_Donna Fashion Iguatemi

A marca Eduardo Nipper debutou neste DFI. Foi a primeira coleção, recém chegado de 3 anos estudando em Buenos Aires, que Eduardo assinou do início ao fim, em todos os detalhes, da criação ao styling.

Mas não é trabalho de principiante. As “formas geométricas, o recorte na modelagem, as sobreposições, volumes, cortes e vazados” – tudo com delicadeza minimalista, como ele próprio define como principais características de suas criações, resultaram numa boa mistura, linda de ver e pronta pra desejar.

Confere o nosso papo e a cobertura do Pink, do backstage à passarela:

Nome: Eduardo Grosze Nipper

Idade: 24 anos

Como e quando surgiu a marca?
Sempre criei peças, mas a marca e o seu conceito em si surgiram quando eu ainda morava em Buenos Aires. Vi que fazia falta um direcionamento, um conceito forte, que definisse bem quem sou como estilista, dar uma identidade para a aquilo que eu criava, e assim surgiu a marca Eduardo Nipper.

Essa é sua primeira coleção?
Sim, é minha primeira coleção pessoal, onde defino 100% todos os detalhes, desde a criação e confecção das peças, como o styling e detalhes do desfile.

Como surgiu o convite para participar do projeto EntreMeios?
Já conhecia o projeto, mas só fui apresentado para a Débora Tessler no começo do ano, pelo beauty artist e amigo, Diego Marcon. Eu estava recém voltando ao Brasil, depois de 3 anos estudando em Buenos Aires, e na época troquei uma breve idéia com a Débora, apresentei meu portfólio, e uns meses depois chegou o convite, que foi aceito na hora!

A marca já atua no mercado? Em caso positivo onde, e como podemos encontrá-la?
Por enquanto o contato com os clientes se dá pessoalmente, tanto quanto pelo meu site (eduardonipper.tumblr.com), por Facebook, ou telefone (51 – 78145758)

Qual o estilo do público que a grife EDUARDO NIPPER, objetiva atingir?
Essa coleção é exclusivamente feminina, porém a marca também cria para o público masculino. Portanto, a marca tem um público amplo, jovem, que busca algum tipo de exclusividade e diferenciação. Mulheres fortes porém femininas, sem medo de inovar e se destacar.

Como você define e quais as características das suas criações?
Minhas criações são geralmente muito geométricas, trabalho muito com o recorte na modelagem, criando sobreposições, volumes, cortes, vazados, porém tudo com uma delicadeza quase minimalista. Também brinco muito com o contraste, principalmente de materiais, o leve com o pesado, o armado em contraposição ao fluído, mas sempre tentando deixar as peças muito frescas e joviais.

Depois de um tema escolhido, como é sua pesquisa por materiais?
Os materiais entram no processo criativo muito cedo, quase junto com a concepção do tema. Assim que tenho o conceito bem definido, busco tudo o que possa alimentar o processo criativo: imagens, sons, texturas, e tudo isso ajuda a entender melhor qual a materialidade perfeita para a coleção, como tecidos, estampas, aviamentos. Uma das características da marca também são as novas texturas que se podem realizar em determinado material, não usar sempre o tecido de maneira “crua”, e sim dar novas formas a ele.

E como os temas acontecem para você?
Sempre busco trabalhar com algo que de alguma maneira me emocione, me deixe apaixonado, porém sou muito aberto quanto a escolha de inspirações. Tudo a nossa volta pode se tornar uma fonte de inspiração e pesquisa, mas me interesso muito pela arte, pela arte vanguardista, arquitetura, objetos antigos, e culturas de diferentes países, por exemplo.

Você se inspira em outras marcas/estilistas para suas criações?
Não sei se inspirar, mas algumas marcas e estilistas tem mais a ver com aquilo que eu busco e me identifico, como por exemplo Ann Demeulemeester, Phillip Lim e principalmente Dries Van Noten. Das marcas nacionais, gosto muito das marcas cariocas, e me identifico muito com a estilista Giulia Borges.

O que pensa para a marca no futuro? Estamos melhorando a maneira de contato com a marca, através da página, e também pretendo vender as peças em alguma loja física, pra ter um contato mais direto com o público.

No backstage:

e na passarela:

beijos, @recallage
fotos backstage: Marco A F
fotos passarela: Franco Rodrigues
curadoria do projeto Entremeios: Débora Tessler
assistente de produção Pink: Nêmora Andrade

04 de abril de 2012

Do backstage à passarela: Carlos Bacchi_Donna Fashion Iguatemi

Sabe aquela música do Lulú (Santos) “eu vejo um novo começo de era, de gente fina, elegante e sincera”? Pois enquanto eu pensava aqui, no escrever a respeito do Carlos Bacchi, essa música fica tocando na minha cabeça.

Loucuras à parte, faz todo o sentido. O Carlos Bacchi faz parte do que acredito ser uma nova geração de profissionais de moda e do que seja o seu futuro (ou o caminho mais promissor).

Alguém que enxerga que sucesso é igual a pesquisa, estudo e trabalho duro. Que se inspira não apenas nos produtos dos renomados estilistas, mas na sua forma de trabalhar. Que está sempre buscando melhores formas de representar, na sua criação, o lugar em que vive e que é sua inspiração.

Em sua quarta coleção, Carlos desfilou neste Donna Fashion Iguatemi a marca que leva seu nome e foi uma linda surpresa.

Confere aí o “papo” que a gente bateu com ele, e nossa cobertura do backstage à passarela.

Nome: Carlos Bacchi Filho
Idade:24 anos
Essa é sua primeira coleção?
Não, está é a quarta. A primeira foi a Chamalote, que comercializei para amigas. A segunda, Lineum, vendi na Loja Pandorga e a terceira chamada Gobelin está a venda na loja Lua Galeria Pop Up Store.

Como surgiu o convite para participar do projeto EntreMeios?
Atraves da Débora. Ela conheceu meu produto e acabou rolando o convite para a seleção do Entremeios.

A marca já atua no mercado? Em caso positivo onde, e como podemos encontrá-la?
Sim. Hoje, vendo na Lua Galeria e no meu atelier, em Ana Rech, Caxias do Sul.
·
Você tem um trabalho autoral, produzindo peças exclusivas e com materiais delicados. Como é a pesquisa para a escolha desses materiais?
A procura por novos materiais não da trégua. Visito regularmente várias lojas, armarinhos, representantes. Quando viajo, é uma das principais atividades. Minhas paixões são fibras naturais e técnicas artesanais, tanto de tecelagem como tingimentos. Esse tipo de materiais sempre terá minha preferencia.

Segue alguma linha para inspiração de suas peças? Quais?
Sim. A natureza é minha constante inspiração. Adoro plantas e animais, suas cores e formas. Paisagens. O lugar que vivo me serve diáriamente como inspiração, e tento refletir no produto todos os aspectos destas sensações.

O que você acha que está faltando na moda feminina brasileira?
Essa é difícil. Faz menos de um ano que tenho minha marca, e meu trabalho e reconhecimento ainda é regional. Comparando com tudo que vi no tempo em que morei fora, só me resta responder investimentos.
A forma como se ve a moda aqui no Brasil ainda está em desenvolvimento – não só a moda, o país como um todo. Vemos pelas campanhas, pelas semanas de moda, pelas apresentações e até mesmo pelas coleções que ainda temos um pé no freio. O investimento na moda aqui é contido, talvez por uma questão cultural.

Você se inspira em outras marcas/estilistas para suas criações?
Tenho vários ídolos na moda. Olho todos os desfiles, todas as coleções, baixo todos os videos e estudo bastante. Não me inspiro nos produtos apenas, mas na forma de trabalhar. Do pouco que já vivi e aprendi, admiro muito Miuccia Prada pelo processo de desenvolvimento das coleções, tanto para Prada como Miu Miu. Ninguém na moda entende o mundo, política e história como ela.Quanto a produto, técnicas e modelagem, nao posso deixar de citar Alexander McQueen, Gareth Pugh e Lanvin como meus prediletos. Proenza Schouler também, acho demais.

O que pensa para a marca no futuro?
Meu maior desejo atual para a marca é manter o que já está acontecendo. Aos poucos, consigo desenvolver todas as minhas vontades e trabalhar apenas com o que me faz feliz. Não tenho pretensões muito grandes, e não vou “dar o passo maior que as pernas”. Quero que a marca seja reconhecida pela qualidade e quero ser merecedor do que eu conquistar.

No backstage:

 

e por fim, na passarela:

 

beijos, @recallage

fotos do backstage: Marco A. F.
fotos da passarela: Franco Rodrigues
curadoria do projeto Entremeios: Débora Tessler
assistente de produção Pink: Nêmora Andrade

23 de janeiro de 2012

Make casual by Eudora

Make casual. Este foi o tema de uma mesa redonda especialíssima que rolou no QG f*Hits, promovida pela Eudora.

Make casual é tendência e surpreendemente essa aparência natural está nas passarelas nacionais e internacionais, no drama (o drama agora está na roupa).

É aquele make que todo mundo quer aprender a fazer: a pele TUDO, a boca NADA, a base, o corretivo e o batom que parecem não estar ali, mas estão (e fazem toda a diferença).

É aquela carinha com a qual a gente gostaria de acordar todos os dias (como as mulheres dos filmes e novelas) e que a gente volta e meia tenta, mas é difícil soltar a mão, né?

Mas o conceito é simples: menos é mais. Começando assim, Lavosier (maquiador oficial da Eudora) e Vic Ceridono (sou master fã) Editora de Beleza da Vogue, nos deram pequenas dicas mas super úteis, não só pro make casual, mas pra nossa relação com make em geral.

Dica 1: Pele é tudo, é a base de tudo. Se não tiver tempo de fazer uma super maquiagem, não opte por “só um delineador ou sombra”. Invista o tempo na pele, é ela quem faz a diferença.

Dica 2: Pó compacto é mania das brasileiras. Mas usar pó no rosto todo deixa a pele chapadam opaca, não valoriza as formas nem os efeitos de luz e sombra do rosto que precisam ser valorizados. Prefira base, e se precisar usar o pó, use na área T, pra eventualmente tirar a oleosidade.

Dica 3: Protetor solar todos os dias, sempre. Com o passar dos anos você e sua pele ficarão cada vez mais gratas.

Dica 4: Se não tiver tempo de passar hidratante, protetor solar e base, dilua a base no hidratante. Assim transforma 2 processos em 1 só e deixa a base com efeito mais leve. (não faça o mesmo com o corretivo porque ele, diluído, não vai corrigir)

Dica 5: Se você se maquiar todos os dias, vai virar expert (a Vic garante!). O problema é que a gente nunca se maquia. Aí no dia que tem uma festa super importante e está cheia de pressa resolve fazer um olho delineado. Dá tudo errado e a gente desiste concluíndo que é impossível. Não é, só requer prática.

Dica 6: Todos os dias faça uma coisa a mais na maquiagem. É uma boa forma de adquirir prática.

Dica 7: Maquiagem é pra ser uma experiência prazerosa. E pode ser se a gente pensar que “errou? tira e faz de novo” ou “deu errado, dá uma esfumadinha e vê se não funciona no improviso. Experimente, crie.

Dica 8: Use o dedo invés de pincéis se ainda não estiver acostumada com eles. Com o dedo a gente tem mais sensibilidade e é mais provável que consiga acertar.

Eu amei. Não dá vontade de fazer um daqueles “home spas”, pegar a necessaire, botar uma músiquinha boa, e brincar?

E quem quiser ver highlights desse bate papo delícia, confere aqui:

beijos, @recallage
foto: Jacques Deckequer para Eudora

11 de outubro de 2011

Good People Share – Carmela Brunelli

Lembram que falei aqui que Good People Share ia virar categoria de post aqui no Pink About It?

Pois virou. Na verdade, mais do que categoria, Good People Share agora vai ser uma espécie de coluna (que num mundo ideal vou postar toda a semana) e que começa já!

A idéia é a seguinte: com tantas meninas “reais”, bacanas, cheias de estilo, segredinhos de beleza, dicas de moda, música e afins por aí, resolvemos criar essa “coluna” de entrevistas, onde a menina escolhida/entrevistada, divide um pouco das coisas que gosta com a gente, no melhor espírito Good people Share.

Pra inaugurar o projeto em grande estilo, ainda estamos contando com a parceria de uma fotógrafa que admiro muito, a Gabriela Mo, e que nesta primeira edição do G.P.S divide conosco sua forma tão especial de ver e registrar o mundo e as pessoas.

O objetivo final é que o G.P.S. vire uma grande corrente de troca, já que só escolhemos a primeira entrevistada. A menina da entrevista seguinte, é indicação da entrevistada de hoje, e assim por diante.

Onde vamos parar? God only Knows…

Mas de uma coisa a gente tem certeza, muita troca legal vai rolar por aqui.

E pra inaugurar a coluna de hoje, sob as lentes “coloridas” de Gabriela Mo: Carmela Brunelli.

 

 

 


Nome:
Carmela Vieira Brunelli.

Idade: 19 anos.

Profissão: estudante de publicidade e agora empresária,  na agência de propaganda Age19.

O que você acha que tem no seu estilo, que faz com que as pessoas te admirem por ele?

De fato eu não acredito nessa admiração. Mas sempre estou de acordo com meu “lema”: conforto acima de tudo. Acho que, o que talvez possa causar uma admiração, é o fato de eu me vestir de acordo com o que acredito.

Seu estilo por você mesma: Entre o Rocker e o Boho.

O que pensa na hora de se vestir: No mood do dia, começando a escolher as peças pela calça, depois sapato e depois a parte de cima.

Ícone fashion: Penélope Cruz. Por quê? Primeiro porque eu acho ela linda. Tem um estilo super característico. O “quê” latino que ela tem, o lado mulher forte e doce ao mesmo tempo, me despertam grande simpatia.

Moderno ou vintage: Vintage, de preferência coisas artesanais, tipo one of a kind.

Um clássico: Jaqueta de couro.

Nunca vão me ver usando… qualquer coisa dourada.

Uma cor: tons neutros,  azul escuro (que acho que cai bem com o cabelo castanho). Também gosto muito da paleta de cores White Stripes (Preto, vermelho, branco). Funciona muito pra noite.

Uma tendência: Anos 70 – Boho

No Ipod agora: Interpol

Filme da vida: Mary Poppins, desde criança.

Melhor seriado: Friends

Livro que está lendo: minha paixão por Portugal influencia muito esse quesito. Os livros em português, de lá, tem uma essência diferente. No momento estou relendo – direto do sebo – Eles e Elas de Julio Dantas.

Um lugar no mundo: Lisboa.

E uma dica de lá: Uma voltinha pelo Bairro Alto, à noite, sem dúvida será muito divertida.

Uma inspiração: Mia Couto. Pra quem não conhece, indico ler qualquer obra dele. É um cara conhecido por, ao escrever, reinventar o português. Acho que a forma como ele enxerga as coisas e relata nos livros é muito diferente, muito especial. Gosto de pessoas com pontos de vista diferentes, com formas diferentes de encarar as coisas.

3 peças ou acessórios que deseja muito para a próxima estação: Quero mais uns colares e umas pulseiras. Mais vermelho e mais marrom.

Marcas preferidas: Zara, Cantão, Ellus e Side Walk.

Sonho de consumo fashion: Tô atrás de uma calça de couro. Não achei a ideal ainda.

O que mais gosta em você: Essa, sem dúvida, é a mais difícil…gosto das minhas mãos, com (muitos) anéis de preferência.

Segredinho de beleza: Sem segredos. O máximo é o meu penteadinho pra cima, nada mais do que um puxadinho pro alto, preso com grampos. Acho que fica diferente, em função do corte de cabelo em camadas. Gosto bastante.

Uma marca registrada: Acho que esse jeito de prender o cabelo.

Indica alguém pro G.P.S na semana que vem? Com certeza.

Mas esse segredinho e os segredinhos da indicada a gente só revela na próxima semana.

beijos, @recallage

Fotos: Gabriela Mo

Contatos:

https://www.facebook.com/#!/gabrielamox

e-mail: gabrielamox@gmail.com

 

 

 

 

 

 

 

25 de julho de 2011

Inspiração em 3,2…1!

Juro que é coincidência, mas novamente é segunda-feira e o tema do post é inspiração.

Inspiração para qualquer pessoa que tem uma idéia na cabeça – para que a tire do papel.

Mais especialmente, para inspirar todas as amigas de Pink About It que vivem aquele dilema: “amo moda, trabalho com outra coisa e não sei por onde começar” (com essas últimas, confesso que me identifico ainda mais – afinal – passei por isso e sei bem como é, e acho que a gente tem que valorizar quem conseguiu concretizar a mudança – além de inspirar quem está em “vias de”.)

Fora isso, é óbvio, é pra mostrar o trabalho lindo dessa menina de 22 anos (muito mulher!) que eu considero “um achado”, e sobre a qual acho que ainda vamos ouvir falar muito por aí!
Linda, querida, mas acima de tudo, super talentosa e trabalhadora – a história de hoje é da estilista e designer de moda Victoria Seger.

Victoria tem se destacado, desde dezembro último, quando lançou sua primeira coleção – olha que linda:










Desde então, Victoria não parou mais. Seus modelos de festa – todos peças únicas, criados especialmente para cada cliente, estão nas festas mais chiques e descoladas da cidade. O sucesso da jovem estilista tem sido crescente: começam a chegar pedidos de outros estados, como Rio e São Paulo.

Nos modelos criados por Victoria se revela a influência adquirida no período em que morou em Paris. Não poderia ser diferente: de origem francesa, a estilista freqüentemente vai à França onde sempre obtém ainda mais inspiração para suas criações.

Recentemente Victoria embarcou mais uma vez para a França, para uma temporada de pesquisa das novas tendências, visando o lançamento da sua próxima coleção. E já está alçando vôos mais altos: no momento está trabalhando em seu primeiro – de muitos, eu acredito – vestidos de noivas.

Esse é o resumo da história da Vic, tudo 100% verdade! Mas como é que eu vou deixar de contar pra vocês as entrelinhas, se é justamente nelas que a gente pode se encontrar? Pedi a Vic que nos contasse tim-tim por tim-tim e aí vai:

“Desde pequena eu sempre AMEI mexer com tecidos, costurar, sempre fui muito vaidosa sabe? Ficava horas inventando moda com as roupas da minhã mãe, fazia penteados, me maquiava, e não é que ficava legal?hehe..Nos carnavais eu sempre tinha que mandar fazer fantasias e nas festas tb. No fundo no fundo eu sempre soube de uma coisa: queria trabalhar com criação.

No momento de decidir qual curso fazer na faculdade, me deparei com o dilema: fazer moda ou não? Acabei fazendo Design na ESPM. Acho que por pré-conceito – até meu – na época, pensei: ” vou fazer design e depois me mando pra Paris e faço um curso especializado no instituto Marangoni”.

Na faculdade comecei a fazer acessórios, e sempre que dava fazia mini coleçoes (só para as amigas mesmo, que sempre me pediam). Cheguei a começar uma marca com uma amiga, que durou mais ou menos um ano, até que ela foi contratada e aí paramos totalmente. Na verdade eu continuei, mas só pelo prazer mesmo.

Sempre odiei vender, mas quando eu ia ver os tecidos nas lojas, eu PRECISAVA fazer alguma coisa com aquilo tudo!
Então eu criava os modelos ( sempre amei desenhar, pintar..) e mandava para a costureira.  Depois participava de algum bazar ou coisa do tipo.

Nesse meio tempo eu tive a Valentina (a filhota linda da Vic – que implora pra ela ficar em casa sempre que ela tem que sair pra trabalhar), e comecei a trabalhar na Current com a minha amiga Marcela Altmayer. Até que fiz um curso (de Emprededorismo Criativo), e foi aí que me deu o “click”. Saí do curso certa do que eu gostava, e do que precisava fazer da minha vida! Então resolvi fazer, dessa vez, uma coleção mais elaborada, com tecidos mais finos e todos de festa (sempre únicos e exclusivos). 

A partir dali as coisas foram acontecendo. Resolvi fazer um lançamento, com a objetivo maior de mostrar o meu trabalho, sem saber muito o que viria depois. E comecei a receber encomendas, mas como eu não queria repetir modelos, tive de começar a criar para cada cliente.

No início eu ia até a casa da pessoa. Agora tenho meu “mini – atelier” onde eu recebo para conversar, criar e provar os modelos.Acho que a melhor parte do meu trabalho é ver a cliente linda, feliz e super satisfeita provando a roupa na entrega, sabe? me sinto realizada!”

E eu digo: essa sem dúvida também foi a melhor parte pra mim, mas todo o processo foi um prazer! Conheci a Vic quando inventei, há uns 5 dias antes do evento, de fazer aquele casaco de paetês que tinha visto numa referência, para o jantar do Instituto de Câncer Infantil, lembram? Liguei pra ela numa quinta-feira (que era feriado!) e falei da minha “urgência”. Ela prontamente me respondeu (e não usem isso contra ela, kkk): “ah, tranquilo, temos tempo!”

Uma ótima semana, cheia de inspiração!
beijos, @recallage

Fotos por Daliana Mattana
Locação El Paraiso Condominio de Polo
Acessorios Fatima Mello
Sapatos Shutz

Contatos da Vic:
victoriaseger@gmail.com

http://www.facebook.com/home.php#!/pages/Victoria-Seger/172289079455555

cel: 51 9991 3067

17 de julho de 2011

Voltando

Pessoas queridas,

Passando por aqui pra pedir desculpas por não ter aparecido nos últimos dias…

A vida off line (se é que tem como dividir a vida assim, ou sob qualquer classificação) me apresentou uma surpresa “daquelas”, que demandou toda a minha energia, força e atenção.

E aí, por motivos totalmente alheios a minha vontade, o nosso botãozinho rosa teve que ficar calado por uma semana :(

Agora está tudo bem, já estou imersa nas coisas bacanas sobre as quais a gente gosta de conversar, e me preparando para, na segunda-feira, voltar com tudo! (E explicar melhor o “nosso” silêncio, afinal, divido (quase) tudo com vcs).

Pra quem aparecer antes disso, clica aqui e dá uma olhada no post que minha amiga querida e blogueira que admiro muito, Bárbara Resende, fez sobre mim, no seu fashion gazette. Fiquei mega orgulhosa..!!!

beijos CHEIOS de saudades,

@recallage

04 de julho de 2011

Entrevista com Carlos Miele. Pra começar a semana com inspiração.

Pra gente começar bem a semana: INSPIRAÇÃO!

É com essa palavra que resumo a entrevista de Carlos Miele no QG Fhits.

Nesse bate-papo descontraído, ele – total bendito ao fruto em nossa mesa redonda, repleta de mulheres – falou sobre tudo o que a gente podia querer saber.

Conselhos pra quem tem outra formação e quer migrar para a moda? Está lá! E ninguém melhor do que ele pra dar essa dica, afinal – acreditem – ele é formado em administração.

Como funciona e qual sua visão sobre o mercado de moda internacional? Ele fala e com propriedade, afinal, Carlos Miele tem vestido top celebs internacionais.

 

Serena, interpretada por Blake Lively, em Gossip Girl, usa Carlos Miele

 

Bom, deu pra entender que o papo rendeu e que vale a pena assistir, né? Dá play aí!?

 

 

 

 

 

 

beijos e um ótimo começo de semana, com muita, muita inspiração!

@recallage

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