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31 de outubro de 2012

Verão em preto e branco

Já falamos em nossos resumos das semanas de moda internacionais que o próóóximo verão (não esse que está começando agora no Brasil, o próximo do Hemisfério Norte) terá duas cores-chave: o preto e o branco. Como nós já sabemos dessa informação, não vamos esperar o próóóximo verão para botarmos a tendência em prática, certo? Vamos treinando desde agora para que, quando o nosso verão em preto e branco chegar, nós já estejamos experts no assunto.

Realmente vai ser preciso um pouco de treino para que a gente se acostume a um verão com essas “cores não-coloridas”. Depois de estações marcadas pelo color blocking, pelos tons pastel e fluo e pelo mix de estampas, o que vem por aí é o oposto. Tudo indica que, junto com o preto e branco, volta uma moda mais austera e sóbria, tirando de vez o decorativismo da ordem do dia.

Isso quer dizer que não é só nas cores que teremos mudanças, mas também nas formas e nos materiais. O verão será mais minimalista, com formas estruturadas, linhas retas, poucas estampas e muito couro e alfaiataria. Tudo isso em meio a muita transparência, recortes inusitados e pele à mostra, afinal, é verão.

Apesar de não estar muito de acordo com a ideia que temos da estação, a nova tendência promete momentos de calmaria após a tempestade de maximalismos que vivemos nas últimas temporadas, além de ser quase à prova de erros. Para quem quiser ir se inspirando, alguns bons exemplos de looks de verão em preto e branco:

Por @ferdiprestes

Imagens: The Sartorialist e Stockholm StreetStyle

08 de outubro de 2012

Os hitmakers

Há algumas marcas e estilistas que são verdadeiros “hitmakers”, vocês já notaram? São marcas que têm a capacidade de criar desejos instantâneos e fazer o coração das fashionistas baterem mais forte. Prada, Marc Jacobs, Balenciaga e Isabel Marant são alguns dos nomes que têm o poder de “transformar em ouro” tudo aquilo que tocam.

E para medir quem está por cima na escala de hits, nada melhor que as semanas de moda, período em que todos querem desfilar pelas ruas com os seus melhores looks e mostrar que estão por dentro das tendências da estação. Analisando as fotos de street style fica fácil perceber quais são as marcas que emplacaram os hits da vez. Nessa ocasião, as mulheres não se importam de encontrar seus “pares de vaso”, afinal, como diz Anna Dello Russo, se alguém está usando o mesmo look que você, é porque você fez a escolha certa.

De acordo com o meu levantamento – e baseada em mais nada além disso – essas foram as marcas que conseguiram emplacar os maiores hits da temporada:

Stella McCartney: a coleção de inverno da estilista foi a preferida de quem gosta de roupas com inspiração esportiva. Entre as peças da coleção, o vestido de lã com recortes foi o que mais conquistou os corações e as ruas.

Dolce & Gabbana: para as mais dramáticas, a coleção de inspiração barroca da Dolce & Gabbana foi um prato cheio. As peças com bordados que lembram tapeçaria, especialmente as bolsas, se tornaram desejo e estão entre as mais vestidas durante as semanas de moda.

Isabel Marant: depois de transformar em febre os tênis com salto, a estilista francesa acertou mais uma vez com a sua coleção de inspiração country. A peça hit da vez? A jaqueta que conquistou até Costanza Pascolato.

Givenchy: a marca deu todo um novo significado ao termo animal print ao trazer em sua coleção estampas de bichos, mas não os desenhos de suas peles, como estamos acostumados a ver, e sim os rostos de animais serigrafados. Não preciso nem dizer que as peças foram sucesso de vendas, né?

Balenciaga: apesar de tudo, não teve sucesso que se compare às peças com estampa sci-fi da Balenciaga. A coleção com inspiração nos anos 80 e gosto um tanto duvidoso, na minha opinião, virou febre entre as fashionistas e deu à marca o posto de hitmaker da estação.

Agora é esperar para ver quais serão os hits da próxima temporada. Façam suas apostas!
Por @ferdiprestes
Imagens: Style.com

28 de setembro de 2012

Mapeando o estilo de Columbine Smille

Quem é leitora compulsiva de blogs de moda, certamente já viu em algum lugar o nome Columbine Smille. Mas se esse nome não lhe diz nada, talvez uma foto ajude a refrescar sua memória. Isso porque Columbine é mais um desses casos de meninas que ficaram mais conhecidas pelo seu estilo de se vestir do que por quem realmente são. Eu confesso que comecei a admirar suas fotos em sites de street style muito antes de conhecer o seu blog e o seu trabalho como stylist.

Ao olhar para Columbine, o que primeiro chama a atenção é a sua beleza. Ela tem aquele tipo de beleza despretensiosa, aquele ar de “acordei assim” que a gente adora, sabem? Esse mesmo ar displicente ela também passa nos seus looks, sempre repletos de sobreposições e peças oversized.

Columbine não usa muitos acessórios, por isso suas produções sempre têm uma peça chave que se destaca – normalmente um casaco amplo ou uma calça jeans boyfriend. Ela também parece não ter medo de arriscar nas proporções e vira e mexe aparece desafiando aquela regrinha básica da moda: justo em cima, largo embaixo ou vice-versa. Para ela, pode ser tudo largo mesmo, mas sempre acompanhado de um bom salto para que a silhueta não fique achatada.

Adjetivos como girlie e romântico não se encaixam no seu estilo, definitivamente. Se algum dia você a vir usando uma peça feminina demais, pode ter certeza que ela estará acompanhada de algo do estilo oposto, como um casaco pesado. Olhem como ela quebrou totalmente o clima romântico do vestido com saia de babados usando com uma jaqueta de couro e uma manta xadrez. E não é que o resultado ficou incrível?

Com as suas combinações inusitadas (e acertadas) e o seu estilo confortável com elegância, Columbine Smille conquistou o posto de minha musa de estilo do momento.

Por @ferdiprestes
Imagens: columbine.freshnet.se

26 de setembro de 2012

Top 5: pegadinhas da moda

Na moda, a regra primordial é: nunca diga nunca. As chances de você cair em contradição ao propagar aos quatro ventos que “jamais usaria tal peça” são imensas. Isso porque a moda vive nos pregando peças, e roupas que um dia foram símbolos de mau gosto, hoje podem ser objetos de desejo.

Pensando nisso, preparei uma lista com cinco tendências que já invadiram as ruas de Nova York e Londres, e que podem ser consideradas “pegadinhas fashion”. Ou seja, aquilo que em um primeiro momento podemos torcer o nariz, mas que no fim das contas vamos acabar simpatizando ou até usando.

Sapatos brancos: os sapatos brancos são, sem dúvida, objetos de grande discórdia no mundo da moda. Durante anos eles foram uma unanimidade – ninguém gostava -, mas nas últimas temporadas eles têm frequentado as melhores passarelas e aos poucos estão reconquistando o seu espaço nas ruas.

Barriga bem de fora: tudo bem, já faz algum tempo que nós aceitamos que as barrigas à mostra voltariam a conviver em sociedade, mas com uma condição: os umbigos ficariam escondidos. Pois algumas mulheres resolveram desacatar o consenso fashion e ir além, mostrando barrigas inteiras, com umbigo e tudo.

Bonés: acessório fundamental das tendências hip hop e esportiva, o boné parecia que não teria fôlego para ganhar as ruas. E não é que ele nos enganou direitinho? Na categoria “acessórios de cabeça”, ele foi o mais visto pelas ruas durante as últimas semanas de moda. Deve ser uma boa alternativa para os bad hair days, né?

Mechas coloridas: por essa ninguém esperava, mas o cabelo do momento tem mechas coloridas. A coisa ficou tão séria que até Oscar de la Renta, um dos mais clássicos estilistas, levou a tendência das ruas para o seu recente desfile.

Óculos espelhado: diretamente das praias dos anos 80, os óculos com lentes espelhadas voltaram à moda conquistando as fashionistas menos discretas. Apesar de não me encaixar nesse time, não há como negar que o acessório levanta qualquer look.

 

E nós, resistiremos ou sucumbiremos a essas pegadinhas da moda?

Por @ferdiprestes

Imagens: Vogue, Style.com e Street Peeper

21 de setembro de 2012

Look do dia – London Fashion Week dia #2

Bom, look do dia não tem muito o que explicar, né?

Só posso dizer que a peça principal do outfit deste dia – e que está entre minhas novas paixões – é essa saia Patrícia Vieira, em couro tatuado.

Aliás a estilista tem alguns outros itens na minha wish list, como a camisa de couro igualmente tatuada e a calça mestiço, também de couro, mas toda rasgada, um delírio!

Nesse dia fotografamos o look de manhã cedinho em Convent Garden, o que explica o Caramel Machiatto da Starbucks fazendo figuração.

 

 

 

 

Mas sabe que acho que o “café” contribui pro clima da foto? Vai dizer que não parece foto de street style gringa? kkk..

Beijos, @recallage

o look: Saia Patrícia Vieira, top Topshop, jaqueta Zara, sapato Valentino, bolsa Prada e óculos Celine.

foto: Victor Fernandes

03 de setembro de 2012

Um é pouco, dois é bom, três eu já não sei

É fato que carregar uma clutch pela mão, nos deixa automaticamente mais charmosas e acho que disso ninguém duvida. Agora, e duas???

Pois é, em minhas frequentes pesquisas de streetstyle tenho visto moças lindas que carregam uma sobreposição de clutches, isso mesmo, uma bolsinha em cima da outra. Quase sempre, quando se trata de uma “double de clutches”, elas tem tons afins, tom sobre tom, ou mesmo um mix de estampas combináveis, mas via de regra são sequinhas, tipo uma bolsinha retangular com ziper apenas, sem grandes fivelas ou outros adornos.

Fiquei pensando de onde teria vindo a moda que já ganhou as ruas, se é saída das passarelas, se “deu na Vogue”, se alguma uber model ou celeb lançou o hit, mas só consigo concluir que a razão para a invenção é a funcionalidade.

Mulheres que, mesmo dias úteis, querem deixar o bolsão em casa e sair só com a bolsa carteira e quando se deparam com a falta de espaço para grandes agendas ou indispensáveis Ipad’s, anexam uma segunda bolsinha e fazem um charme a mais.

Vejam bem, estou aqui conjecturando (coisa que amo, by the way) e não tenho nenhum dado “científico” que embase minha teoria.

De qualquer forma amo novas possibilidades de styling e esta, independentemente do que a ocasionou, é uma nova possibilidade super considerável pra mim. E pra vcs também.

Afinal, se uma “bolsinha” já era bossa, 2 “bolsinhas” bem escolhidas são bossa x 2, certo?

 

beijos, @recallage

30 de agosto de 2012

Nova York, a cidade livre

No início desse mês tirei férias e fui pela primeira vez para Nova York, cidade que há muito tempo habitava meus sonhos. Passei excelentes e irretocáveis dias por lá e posso dizer que a grande maçã não me decepcionou nem um pouquinho, pelo contrário, superou minhas expectativas.

Bom, o fato é que faz pouco mais de 10 dias que eu estou de volta e até agora estou “digerindo” tudo o que eu vi para transformar em post para o Pink. É bem verdade que o tempo que eu passei em Nova York não foi suficiente para ir muito além dos programas turísticos e fazer grandes descobertas, mas não queria escrever aqui as mesmas dicas que vocês podem encontrar em qualquer post sobre a cidade. Sim, é impossível sair da Forever 21 sem uma sacolinha. Sim, os outlets são enlouquecedores. Sim, é maravilhoso ver lojas da Chanel, Dior e Louis Vuitton, uma pertinho da outra. E sim, sim, sim, você se sente a Carrie Bradshaw andando por aquelas ruas arborizadas com prédios de tijolinhos. Tudo isso é verdade, mas não é novidade para ninguém, certo?

Foi aí que eu me dei conta que a minha principal descoberta sobre Nova York não estava nas lojas, estava nas ruas. Eu percebi que Nova York é uma cidade livre para você ser/vestir o que quiser. É claro que em (quase) qualquer lugar do mundo você tem o direito de vestir o que tiver vontade, desde que não se importe com os olhares alheios lhe julgando. Em outras cidades você também pode dançar tango sozinha em uma praça, mas talvez escute algumas risadas por isso. Já em Nova York, você pode fazer tudo isso e o que mais lhe der na cabeça, sem que ninguém lance um olhar de reprovação sobre você, a sua roupa ou a sua dança.

Não sei se isso acontece porque os nova-iorquinos estão sempre com pressa e não têm tempo para perder com as “esquisitices” alheias, se eles estão acostumados a conviver com pessoas de todos os estilos ou se simplesmente não se importam com o que os outros fazem ou vestem. Seja qual for o motivo, o importante é que em Nova York você se sente livre para ser quem você quiser – e isso é muito bom.

Mais do que qualquer tendência de moda passageira, isso foi o que eu trouxe de mais marcante de Nova York para dividir com vocês. E se nos primeiros dias de viagem eu levava um susto cada vez que uma “semi Lady Gaga” passava por mim, nos últimos eu já pensava “uau, eu preciso morar nessa cidade”.

Por @ferdiprestes
Imagens: The Sartorialist

09 de agosto de 2012

Straight man for mad womans

Já falei algumas vezes por aqui sobre a estética masculina e peças do guarda roupa “deles” que amo.

(Mas leia o post até o fim porque prometo que isso vai além de uma dica tipo “roube um cashmere do marido” – coisa que faço com bastante frequência e recomendo, mas que, realmente não vem ao caso – ou o tal do boyfriend jeans. Esquece isso e vem comigo).

A mais recente menção foi no primeiro post pós chegada de Londres, onde de-cla-rei num teaser instigante – ao menos espero, rsrs – minha mais nova, ou, nem tão nova assim, paixão por roupas masculinas.

A questão é a seguinte: enquanto nós mulheres nos jogamos no fast fashion, misturamos estampa com estampa e ainda arrematamos a produção com um maxicolar com pedrarias (desses que, até pensei esses dias, se víssemos há dois anos atrás e a introdução deles no mercado não tivesse sido feita por Lanvin, diríamos que é alegoria típica do carnaval carioca), os homens, driblando toda a restrição e a pouca oferta de ousadia, tem abusado de peças bem cortadas, boa alfaitaria, toques de cor na medida, brilho fosco bem pontuado, sobreposições (…) Uma aula de estilo.

Meu marido que me desculpe, e me desculpa porque sabe bem o que quero dizer, nesta última estada em Londres não tirei o olho deles.

Pensa numa calça caqui com barra dobrada + oxford ou destroyed boots, t-shirt básica e um cintinho cheio de bossa. E naquele terno preto, sequíssimo tanto quanto elegante, do tipo “precisa-mais-o-quê?” Em tempos de sandálias Prada fumegantes, é de se pensar, não?

Resumo da (minha) ópera? Comprei mais um slipper, um mocassim, e minha melhor descoberta (que não sei se é brand new, mas foi um prazer pra mim) é a The Kooples.

A marca francesa, com pegada rock n’ roll, carinha vintage, e toda trabalhada no British-cool lifestyle, oferece peças “mistas”, que vestem homens e mulheres, muitas vezes tendo para ambos, em suas coleções, os mesmos cortes, cores, e a possibilidade de coordenar o look deles e delas, como nas fotos da campanha que falam (e inspiram) por si só:

 

e nas imagens do lookbook:

Cansou de boho, étnico, do visual carregado e difuso e decorativismos mais? Então olha com carinho para os ternos, blazer com bermuda, máxi cardigans, oxfords, mocassins e etc, pra ir pra (bem) longe do lugar comum.

P.S.: Não tenho a menor pretensão de praticar o desapego com meus máxicolaes, tampouco deixei de amar uma estampa de onça. No entanto, na moda como na vida, viajar, ou experimentar – eu diria, definitivamente é viver.

Beijos, @recallage

Imagens: thekooples.co.uk

20 de julho de 2012

Desvendando a bossa carioca

Já revelei aqui o meu amor por Paris e pelo estilo das parisienses, mas a verdade é que o meu coração é grande e nele cabem muitas paixões. Além de Paris, também sou completamente apaixonada pelo Rio de Janeiro e pelo lifestyle carioca.

Não sou nenhuma rata de praia, não curto esportes radicais, nem sou uma sumidade no samba, mas há algo no ar dessa cidade – e no estilo dos seus habitantes – que me encanta. Talvez seja a chamada “bossa”, o equivalente carioca ao je ne sais quoi parisiense. Mas, afinal, que bossa é essa? O que é esse algo a mais que torna o estilo das cariocas tão único?

Para entender o estilo de se vestir dos cariocas, é preciso antes entender o seu estilo de vida. Ruy Castro, jornalista e escritor, diz que “por esse jeito de ser do carioca, leia-se, entre outras, uma recusa quase carnívora a se levar muito a sério, uma combinação de tédio e deboche diante de qualquer espécie de poder e, não por último, uma joie de vivre que desafia os argumentos mais racionais”.

Esse jeito de ser está representado na maneira como a carioca se veste. Descontração, cores e estampas são palavras-chave nos seus looks. Ela é livre e demonstra isso nas suas roupas: nada de salto ou peças justas demais, o conforto está acima de tudo. Mas não pense que a sua sensualidade fica para trás em nome desse conforto. A carioca sabe como ninguém aliar as duas características. E, assim como a parisiense, o seu principal segredo está em criar uma moda própria, totalmente sintonizada com a vida que leva e com a cidade em que vive.

Para nós, não-cariocas, resta olhar, admirar e se inspirar. E para quem deseja adicionar um pouquinho de bossa ao seu estilo, há esperança, pois – segundo Ruy Castro – “um carioca jamais poderá ser suíço, mas talvez até um suíço possa se tornar carioca, se o Rio tiver tempo para seduzi-lo e, no bom sentido, corrompê-lo”.

Tem como não amar?
Por @ferdiprestes
Imagens: RIOetc

12 de junho de 2012

Taylor Tomasi Hill no QG Fhits

Sabe quem foi a primeira visita que tivemos no QG Fhits neste SPFW?

Taylor Tomasi Hill.

Quem sabe, e sabe também – de tanto ver aqui – o quanto amo street style, consegue imaginar quantas vezes eu morri, não? Sou muuuito fã!

Quem não conhece, pra mim será um prazer te contar. Melhor do isso, prefiro começar te mostrando algumas imagens (o que também sempre vale para quem já conhece e admira ☺)

É ou não é um case de estilo?

Taylor é presença frequente nos melhores sites de streetstyle (e no hoje queria sair assim, kkk).

Sempre bem vestida, ela abusa de misturas inusitadas, veste como ninguém uma peça diferenciada e tem uma dose admirável de ousadia. O resultado de tudo isso, na minha opinião, é um estilo arejado, super autoral e muito inspirador.

Além de celebridade da moda e fashion muse dos fotógrafos, ela é Diretora Artística do Moda Operandi, um e-commerce que oferece peças desfiladas nas melhores passarelas, porém muito antes de elas chegarem às araras das respectivas marcas.

Nesta visita ao nosso QG, tivemos a oportunidade de bater um papo com ela, onde, entre uma pergunta e outra, alguns segredinhos de styling e conceitos de moda vieram a tona e corri pra anotar, pra dividir aqui:

“It’s all about your body, feel confortable”. Essa foi a resposta quando perguntada a respeito de quais as 5 peças que toda a mulher devia ter. Ela disse ainda que não poderia sugerir 5 peças para outra pessoa pois cada um tem que descobrir aquilo que lhe cai bem. Se falasse de 5 itens, provavelmente seriam os que lhe favorecem.

“I don’t speak to trends”. Segundo Taylor seu armário é composto por peças de última coleção tanto quanto por peças que lhe acompanham (e ela usa) há anos, independentemente de tendências.

“Color of the season? This is not fashion to me”. E justifica seu empreendimento dizendo que o Moda Operandi é composto por special items, ou seja, não necessariamente tendências. Cool, hã?

Pra fechar com chave de ouro as aspas mais inspiradoras desta fashion week, ela diz que quando gosta de uma peça, usa muito, repete mesmo, como a saia que ela usava neste encontro, que conforme ela própria, repete twice a week.

 

Para ver a saia e a minha cara super feliz, tietando

Mesmo que seu estilo seja completamente diferente do dela, e, o dela não lhe agrade, tem como não admirar? Morro de amores, confesso!

beijos, @recallage
Fotos: http://taylorstyle.tumblr.com (tbmlr só com fotos dela, mas não é feito por ela)

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