Pink About It

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11 de abril de 2012

Do backstage à passarela: Tarciso Bressan_Donna Fashion Iguatemi

Os homens vão agradecer. Neste último DFI, Tarciso Bressan debutou sua marca de roupa masculina, bem como homem gosta. E muitas vezes procura e não acha.

Não são pirações, abstrações ou moda só pra ver. Tarciso Bressan tem como foco o que é comercial, porém bem feito, bem elaborado, bem pensado e com influência em temas como o design e a música. Homens (ok, mulheres também), take a look:

Nome: Tarciso Bressan

Idade: 28

Como surgiu a grife? Ou a idéia de criá-la?

Junto com meu sócio, ao observarmos a carência de boas marcas de moda masculina no mercado gaúcho e até nacional e na vontade de ter um negócio próprio voltado pra moda. O jorge cuida de toda a comunicação, cria etiquetas, estampas, ilustra e eu crio todas as peças, escolho materiais e acompanho todo processo. Quando concluímos que juntos tínhamos tudo o que precisávamos, começamos o projeto.

Essa é sua primeira coleção? Certo?
Sim, a primeira. O Donna será o ponto de partida da marca.

Como surgiu o convite para participar do projeto EntreMeios?
Conheci a Debora enquanto discotecava em um evento e trocamos uma idéia. Depois disso, contei a ela que eu era designer de uma outra marca gaúcha e ela me propôs apresentar uma coleção autoral. Já estava com o projeto de uma marca em andamento. Não hesitei, pedi demissão do antigo emprego e iniciei a Tarciso Bressan.

A marca já atua no mercado? Em caso positivo onde, e como podemos encontrá-la?
Ainda não, as peças só serão comercializadas após o evento.

Como você define e quais as características das suas criações?
Crio roupas de verdade. Procuro fazer o comercial bem feito, bem elaborado, bem pensado, com grande influência do design e da música, busco inspirações em coisas que já vivi e aplico todas essas influências nas peças. Sou rígido na escolha dos materiais imagino sempre algumas pessoas usando as peças quando estou criando. Gosto de brincar com detalhes e com cores, quero peças impecáveis sempre. Uma peça precisa ser bonita por fora e por dentro para ser linda. Sem bons acabamentos, não existem boas peças. O Segredo é virar do avesso, uma peça só ee bonita se for por dentro e por fora.

Qual o estilo do público que a grife TARCISO BRESSAN, objetiva atingir?
Crio para homens que pensam como eu. Ligados em música, em design, em novidades, homens que sabem como e porque se vestem de tal forma. O meu público é a galera que deixou de usar camiseta estampada, mas não se sentiria bem dentro de um terno. A pegada é jovem, atemporal, divertida, mas acima de tudo, bebe da alfaiataria e prima pela elegância. Não quero ser mais uma marca que cria para seus amigos. Claro que quero que meus amigos usem minhas roupas, mas quero ouvir quem não me conhece, quero criar pra quem não sabe quem eu sou. Quero atrair as pessoas através do meu produto e não pela minha amizade ou simpatia.

Depois de um tema escolhido, como é sua pesquisa por materiais?
Começo a prestar atenção em qualquer coisa que eu ache interessante, independente de poder ou não usá-las nas roupas. Depois faço uma associação de materiais com o que é possível usar, traduzo bem as cores para os tecidos, vasculho todas as lojas, contato todos os fornecedores e só começo a criar após ter total segurança dos materiais que serão usados.

E como os temas acontecem para você?
Costumo dizer que os temas de coleções acontecem de dentro pra fora. Temas e inspirações não chegam até sua cabeça, eles brotam de sua cabeça. Você só consegue desenvolver uma coleção em cima de um tema se você ja vivenciou aquilo, se sabe que cheiro tem, que gosto tem, como se manifesta e onde vive. Não sei dizer como eles acontecem e nem em que momento acontecem. É natural, quando vejo, já estou trabalhando em cima de um tema e esse tema nem tem nome ainda.
O que você acha que está faltando na moda masculina brasileira?
Marcas bem definidas para um público de bom gosto. As marcas brasileiras ou fazem roupas para meninos ou roupas para os pais dos meninos. Minha marca não tem camiseta estampada e não tem ternos escuros. Acho que falta um pouco de seriedade no street e um pouco de sorriso na alfaiataria nacional.

Você se inspira em outras marcas/estilistas para suas criações?
Sim, sempre vejo novidades de marcas/estilistas que eu tenho uma grande admiração. Martin Margiella, Dirk Bikkembergs, Dries Van Noten, Yohji Yamamoto, Rei kawakubo. Mas não sou bitolado, costumo abominar fashionismos, informação de moda é essencial, banalização da moda é um saco.

O que pensa para a marca no futuro?
A idéia é atingir o público que se identifica com a marca aqui em Porto Alegre. O primeiro passo está sendo dado, já recebi várias encomendas de uma única peça que saiu em um ensaio do Donna ZH, isso é bom, mostra que o caminho é esse. Óbvio que queremos vender, eu sou um negociador, precisamos sustentar a marca com ela mesma e não com outros negócios. Eu atuo em diversas áreas, mas gosto de manter cada uma no seu nicho. A marca está começando, sinto uma energia bo

No Backstage:

Na passarela:

beijos, @recallage
fotos backstage: Marco A F
fotos passarela: Franco Rodrigues
curadoria do projeto Entremeios: Débora Tessler
assistente de produção Pink: Nêmora Andrade

10 de abril de 2012

Do backstage à passarela: Remodê de Mariana Pesce_Donna Fashion Iguatemi

Para Mariana Pesce, ou a querida Mariba – como muita gente a conhece – moda não é assunto novo. Foram 15 anos trabalhando em produção de moda e estilismo, em carreira solo e também em companhia das Modistas.

Mas agora é tempo de novos ares. Seu primeiro filho, o Eric, já está grande (fez até show, tocando ao vivo como trilha do desfile) e chegou a hora do segundo, que já está numa linda barriguinha que desponta. E foi ele o grande impulsionador do novo projeto, a Remodê, que é seu segundo filho também, mas no âmbito profissional.

Através da Remodê, em seu charmoso ateliê na Rua Dinarte Ribeiro, no bairro Moinhos de Vento, Mariba se dedica a criação do futuro, no mais amplo sentido: criar, reciclar, reaproveitar, fazer moda de um jeito mais sustentável, utilizando o lixo têxtil como seu aliado e usando o que ela chama de “roupas brecholentas” como matéria prima. Tudo de um jeito contemporâneo e sem cheiro de naftalina.

Confere nosso papo com ela:

Nome: Mariana Pesce
Idade: 35 anos
Quando surgiu a grife ou a idéia de criá-la? A grife surgiu como um projeto dentro da minha antiga empresa, As Modistas, criada com a minha amiga Roberta Ahrons em 2007/2008. Mas foi depois de 15 anos trabalhando com produção de moda e estilismo, que no início deste ano decidi me dedicar única e exclusivamente a Remodê, no momento em que descobri que estou esperando meu segundo filho, por coincidência a Remodê também é, de certa forma, meu segundo filho rsrsrs … Sempre gostei de reciclar, reaproveitar e dessa forma posso colocar em prática esse desejo de criar, fazer moda, de um jeito mais sustentável, utilizando o lixo têxtil como meu aliado e as roupas brecholentas como matéria prima, de um jeito contemporâneo e sem cheiro de naftalina .
Como surgiu o convite para participar do projeto EntreMeios? Foi engraçado, a Débora Tessler me ligou quando estava produzindo um editorial de moda para o Donna, pois gostaria de umas peças daquele meu trabalho com roupas recicladas… Foi então que eu contei a ela a novidade quentinha, havia decidido no dia anterior que me entregaria a este projeto de corpo alma. Neste exato momento surgiu o convite e eu quase não acreditei !
A marca já atua no mercado? Em caso positivo onde, e como podemos encontrá-la?
Sim, a Remodê tem um atelier no Moinhos de Vento, na Rua Dinarte Ribeiro 171/2º piso .
Fugindo da padronização da moda, e reconstruindo um vestuário novo a partir de peças de brechó, a marca segue um trabalho de reciclagem , como surgiu essa idéia? Viajo muito, pesquiso e amo a moda, mas sempre tive um certo receio com o lixo que a moda produz, com a rapidez com que as coisas deixam de servir para as pessoas. E é por isso que sempre tive essa mania de reciclar tudo, desde as roupas da minha vó, até as meias calça de ballet. Mas a gota d’água mesmo para a criação da Remodê foi uma matéria em uma dessas revistas de companhias aéreas sobre o lixo têxtil no mundo, fiquei apavorada, e imediatamente busquei uma forma trabalhar com a moda de um jeito menos agressivo e sustentável.
Esse trabalho é realizado totalmente por você na escolha e nas modificações das roupas? Ou as clientes podem levar as peças para as modificações?
Temos peças prêt-`a-porter Remodê, mas também atendo clientes com hora marcada para reformar suas próprias roupas. Sabe aquele vestido que já foi a vários casamentos, ou que não serve mais e o tecido é incrível ? Este é o trabalho da grife : revitalizar, ousaria dizer até que é quase um trabalho de restauração.
Qual o estilo do público que a REMODÊ, objetiva atingir? Acho que as pessoas ainda tem preconceito com a roupa usada, mas acredito também que isto está mudando. Na realidade é inavitável que encontremos uma maneira de reutilizar qualquer coisa, pois é único caminho daqui pra frente. E quanto ao estilo da marca, aí sim, vejo um público bem feminino, mas sem idade. Não tenho rigidez alguma ao criar, portanto tenho peças que vão dos 12 aos 80, do estilo despojado ao clássico. Adoro isso, a versatilidade que a moda nos proporciona, a fantasia e a ousadia de sermos cada dia o que estamos sentindo . Afinal a moda é isso, uma forma de expressar quem somos e o queremos dizer naquele momento.
O que você acha que está faltando na moda feminina brasileira? Um olhar pra dentro de si mesma .
Você se inspira em outras marcas/estilistas para suas criações? Me inspiro em detalhes, em belas imagens, mas tento transformar tudo dentro de mim e produzir algo que seja meu, embora a matéria prima do meu trabalho ser na maioria das vezes algo pronto. É quase como montar um quebra – cabeças rsrsrs
A inspiração para a criação da grife vem dos tempos que você trabalhava com produção de moda? Sim, como disse acima a Remodê era como um projeto do coração dentro das Modistas .
O que pensa para a marca no futuro? Acredito que reciclar é o futuro, então me sinto no caminho certo .

No backstage:

E na passarela:

beijos, @recallage
fotos backstage: Marco A F
fotos passarela: Franco Rodrigues
curadoria do projeto Entremeios: Débora Tessler
assistente de produção Pink: Nêmora Andrade

05 de abril de 2012

Do backstage à passarela: Eduardo Nipper_Donna Fashion Iguatemi

A marca Eduardo Nipper debutou neste DFI. Foi a primeira coleção, recém chegado de 3 anos estudando em Buenos Aires, que Eduardo assinou do início ao fim, em todos os detalhes, da criação ao styling.

Mas não é trabalho de principiante. As “formas geométricas, o recorte na modelagem, as sobreposições, volumes, cortes e vazados” – tudo com delicadeza minimalista, como ele próprio define como principais características de suas criações, resultaram numa boa mistura, linda de ver e pronta pra desejar.

Confere o nosso papo e a cobertura do Pink, do backstage à passarela:

Nome: Eduardo Grosze Nipper

Idade: 24 anos

Como e quando surgiu a marca?
Sempre criei peças, mas a marca e o seu conceito em si surgiram quando eu ainda morava em Buenos Aires. Vi que fazia falta um direcionamento, um conceito forte, que definisse bem quem sou como estilista, dar uma identidade para a aquilo que eu criava, e assim surgiu a marca Eduardo Nipper.

Essa é sua primeira coleção?
Sim, é minha primeira coleção pessoal, onde defino 100% todos os detalhes, desde a criação e confecção das peças, como o styling e detalhes do desfile.

Como surgiu o convite para participar do projeto EntreMeios?
Já conhecia o projeto, mas só fui apresentado para a Débora Tessler no começo do ano, pelo beauty artist e amigo, Diego Marcon. Eu estava recém voltando ao Brasil, depois de 3 anos estudando em Buenos Aires, e na época troquei uma breve idéia com a Débora, apresentei meu portfólio, e uns meses depois chegou o convite, que foi aceito na hora!

A marca já atua no mercado? Em caso positivo onde, e como podemos encontrá-la?
Por enquanto o contato com os clientes se dá pessoalmente, tanto quanto pelo meu site (eduardonipper.tumblr.com), por Facebook, ou telefone (51 – 78145758)

Qual o estilo do público que a grife EDUARDO NIPPER, objetiva atingir?
Essa coleção é exclusivamente feminina, porém a marca também cria para o público masculino. Portanto, a marca tem um público amplo, jovem, que busca algum tipo de exclusividade e diferenciação. Mulheres fortes porém femininas, sem medo de inovar e se destacar.

Como você define e quais as características das suas criações?
Minhas criações são geralmente muito geométricas, trabalho muito com o recorte na modelagem, criando sobreposições, volumes, cortes, vazados, porém tudo com uma delicadeza quase minimalista. Também brinco muito com o contraste, principalmente de materiais, o leve com o pesado, o armado em contraposição ao fluído, mas sempre tentando deixar as peças muito frescas e joviais.

Depois de um tema escolhido, como é sua pesquisa por materiais?
Os materiais entram no processo criativo muito cedo, quase junto com a concepção do tema. Assim que tenho o conceito bem definido, busco tudo o que possa alimentar o processo criativo: imagens, sons, texturas, e tudo isso ajuda a entender melhor qual a materialidade perfeita para a coleção, como tecidos, estampas, aviamentos. Uma das características da marca também são as novas texturas que se podem realizar em determinado material, não usar sempre o tecido de maneira “crua”, e sim dar novas formas a ele.

E como os temas acontecem para você?
Sempre busco trabalhar com algo que de alguma maneira me emocione, me deixe apaixonado, porém sou muito aberto quanto a escolha de inspirações. Tudo a nossa volta pode se tornar uma fonte de inspiração e pesquisa, mas me interesso muito pela arte, pela arte vanguardista, arquitetura, objetos antigos, e culturas de diferentes países, por exemplo.

Você se inspira em outras marcas/estilistas para suas criações?
Não sei se inspirar, mas algumas marcas e estilistas tem mais a ver com aquilo que eu busco e me identifico, como por exemplo Ann Demeulemeester, Phillip Lim e principalmente Dries Van Noten. Das marcas nacionais, gosto muito das marcas cariocas, e me identifico muito com a estilista Giulia Borges.

O que pensa para a marca no futuro? Estamos melhorando a maneira de contato com a marca, através da página, e também pretendo vender as peças em alguma loja física, pra ter um contato mais direto com o público.

No backstage:

e na passarela:

beijos, @recallage
fotos backstage: Marco A F
fotos passarela: Franco Rodrigues
curadoria do projeto Entremeios: Débora Tessler
assistente de produção Pink: Nêmora Andrade

21 de janeiro de 2012

Backstage de blogueira – parte 1

Quem acompanha o Pink nas coberturas de eventos e semanas de moda sabe que, pelo menos até hoje, tentei criar umas pautas alternativas (além das convencionais) nessas ocasiões.

O objetivo por trás disso é muito simples: eu sou muito curiosa, e em cada lugar que eu vou, observo muito, quero saber sobre tudo, como funciona, de onde vem, pra onde vai…E se tem uma razão pro Pink About It existir, essa é razão (e o meu tesão) é dar vazão pra essa curiosidade e dividir com vocês as coisas que estes “olhinhos curiosos que vos escrevem”, observa.

Na SPFW do ano passado fiz um post  com fotos lindas e cheias de estilo, só de pessoas que trabalham no backstage dos desfiles. Eram cabelereiros, maquiadores, modelos e, como o próprio título do post já dizia: “as pessoas que fazem a roda da moda girar”.

Este ano (ou mais especificamente neste momento) estava aqui pensando em que histórias de outros ângulos/pontos de vista podia reportar, olhei em volta e plim! Vi muitas meninas super dedicadas, correndo pra lá e pra cá, escrevendo, fotografando, baixando fotos, fazendo montagens, subindo posts, tudo pra levar pras suas leitoras, suas amigas, as coisas que elas estão vendo e vivenciando aqui.

E esse insight pretendo transformar em uma série de posts (entre os outros sobre os desfiles e tudo mais, claro) sobre o backstage da blogosfera.

O projeto é arriscado. Dependo da participação das colegas e de conseguir, além de fazer as minhas outras pautas, registrar um pouquinho das coisas do dia delas. Mas acho que vai ser bem divertido e que vocês vão gostar, então vamos nessa!

Pra começar, vou mostrar o lugar onde todas nós trabalhamos, o QG F*Hits.

Fica na suíte presidencial do hotel Unique, que é toda “customizada” com a cara do F*Hits, pertinho da Bienal e com carros à nossa disposição (e olha que bacana a nossa “frota”), saindo a todo momento do hotel para a SPFW e vice e versa.

 

 

 

Nesta suíte tem uma sala de trabalho onde cada blog tem um computador só seu, com todos os programas que usamos, internet rápida e, claro, muito café.

 

 

essa organização toda é porque a foto foi tirada antes de a gente chegar

 

Na sala principal é o espaço onde diariamente acontece um mesa redonda sobre um assunto ou pra receber uma pessoa bacana da moda)

 

olhando assim, parece big brother antes do pessoal entrar na casa, né?

 

E depois, tem alguns luxinhos sim, não vou negar (mas quem não acha que todo trabalho tinha que ter mas coisas assim todos os dias?).

Os nossos mimos aqui são:

Um closet com araras de roupas de marcas parceiras, que a gente não ganha, mas pode usar pra fazer a produção que quiser:

 

a arara da MOB

da Marisa...

...Shoulder...

...da Forum...

...Costume...

...e Kate Spade

Outro com sapatos…

Luiza Barcelos e Shoes 4 You

…bolsas…

Kate Spade e Le Postiche

…e acessórios

Swarovski

Morana e Balone

Duza

Luxóttica

e Swatch

 

 

Tem um camarim com todos os produtos Eudora, cabelereiro, maquiador e manicure do Salão do Marcos Proença (isso é luxo extremo, confesso), que ficam a disposição pra nos arrumar todas as manhãs.

 

 

 

 

E no final do dia, para amenizar as dores ds pézimnhos destruídos tem uma santa moça que faz reflexologia.

 

 

 

 

Done. Primeiro post da série era este, pra começar mostrando a estrutura. Depois eu volto pra mostrar “movimento”, com flashes de um pouco de tudo (o que eu conseguir) do que acontece nesse lugar (além dos posts sobre desfiles, street style, melhores looks e por aí vai :))

Tomara que vcs gostem!

beijos, @recallage

17 de junho de 2011

Dicas de make de verão da Fabiana Gomes

Em um backstage de desfile tive o prazer de encontrar a Fabiana Gomes, musa dos pincéis – maquidora sênior da MAC.

Credencial apresentada, imagina o talento, a competência e o conhecimento que ela tem?

No meio da produção para o desfile de logo mais, ela foi atenciosíssima e muito querida respondendo umas perguntinhas do Pink, com dicas de make para o verão.

Confere aqui:

 

Maquiagem para o Verão 2011/2012 from Renata Callage on Vimeo.

Quem mais vai arrasar com “olho tudo” e “boca tudo” no coral? Eu fiquei afim.

beijos, @recallage

15 de junho de 2011

Backstage Iódice Verão 2012 – SPFW

Como é bom estar na “cozinha” da semana de moda, pra ver de pertinho os vestidos na arara e sentir a textura e a vibração das cores. Pra ver os melhores profissionais trabalhando em prol de um conceito, de uma idéia, de uma inspiração.

Nesse espírito, e com o objetivo de registrar os melhores insights, estive no backstage do desfile da Iódice na SPFW e aí vai:

Na coleção, vestidos de tecidos fluidos, compostos com texturas como paetês e rendas, transparências, e em uma paleta de cores bem definidas – muito branco (como a gente já esperava pela força da tendência internacional), amarelo, preto, a mistura dos dois últimos e o clássico duo black & white, e com menor expressão, estampas multicoloridas e azuis.

Nas sandálias, meia pata em verniz preto, camurça amarela ou preta e metalizados azuis, ouro e prata.



Nos acessórios, colar tipo coleira (que estão voltando e prometem como tendência! Aliás, Iódice anda antenada nos acessórios trend desde a última coleção, quando apresentou seu inverno com chapéus super in no inverno europeu)

Simples assim mas bem feminino.

E pra contribuir com esse clima fresh, jovial, make leve e nada marcado e unhas com o eterno renda da Risqué.

E cabelos presos em trança, pelas mãos mágicas do Proença, deixando o rosto limpo à mostra e transferindo a informação para a nuca (o que segundo Proença seria a tendência  seguinte aos cabelos com volumes voltados para cima).

O desfile eu infelizmente não pude assistir porque nessa semana os eventos colidem e a gente quer um pouco de tudo. Mas fiz um embed aqui, desse vídeo feito pela Oi Moda, que está transmitindo os desfiles ao vivo aqui, pra gente ver o antes e depois.

E o que era essa trilha, hein?
beijos, @recallage

08 de junho de 2011

Nos bastidores da moda

Finalmente, recebi agora, em casa, o livro Backstage, de Gustavo Malheiros e estou in love <3!

A CAPA

Todas as fotos do livro são P&B, e todas elas são flashes sem pose e super despretensiosos, de grandes models como Gisele Bundchen, Alessandra Ambrósio, Isabelli Fontana – lá no inicinho de suas carreiras – em muitos backstages de desfiles.

Gisele Bundchen e Alessandra Ambrosio

Gianne Albertoni, Alessandra Ambrósio e Fernanda Tavares

Fernanda Lima

O livro é bárbaro. A ausência de portraits e o registro em preto e branco, criam uma atmosfera que faz a gente sentir como se estivesse lá, como um voyeur.

Como bem disse Glória Kalil no prefácio do livro “(…) O espetáculo da beleza em descanso, em distração, é tão bonito e até mais emocionante do que ver essas garotas transformadas em estátuas inatingíveis de poder, desenvoltura e encantamento, sob a luz dos refletores e flashes.”

Sem falar que parte da história da moda brasileira está registrada nele.

Eu super recomendo, esse que não é mais um table book de moda, só pra fazer bonito na mesa de centro da sala. É a experiência de estar nos bastidores, vendo sob um ponto de vista privilegiado, aquele espetáculo que a gente tanto ama.

beijos, @recallage.

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